Aprendendo Esperar

Este blog foi criado para ser um veiculo de desabafo e registro sobre minha tragetória para alcançar meu sonho de SER MÃE.
"Katia"

" Minha Evolução Gestacional"

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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Fui da calma ao desespero em segundos





Neste momento estou em lágrimas..........pela manhã logo ás 10hs, me ligaram da Fund. ABC, cancelando minha consulta e perg. se eu poderia comparecer as 12hs, mas como sendo q as 10hs eu só chegaria em Sto André de jatinho........hhaaaaaaaaa que raiva, ontem msm postei que estava super calma e realmente estava muito tranquila seguindo o curso do prosseso, no entanto já chorei muitooooooooo, isso me deixou muito nervosa, fiz a linha inteira c/ fone de ouvido, tentando ligar pra lá e nada só dava oculpado, o erro foi deles a tal atendente Camila admitiu o erro, mas lamentávelmente agora é tarde perdi a oportunidade de passar sem custo a primeira consulta, o opto por passar pelo SUS mas só depois do dia 26/05........Depois de muita discussão e lágrimas ao telefone a única alternativa que tive foi marcar particular quarta-feira 14/05 as 14.30hs c/ o Dr. Silvio, agora vamos ver o esqma p/ este dia, o jeito vai ser o Anderson fazer inclusive a linha do meio............

SÓ DEUS NA VIDA DE NÓS TENTANTES - NÃO VOU DESISTIR

terça-feira, 6 de maio de 2008

Amanhã já é minha consulta!!!!




Prestes a dar o primeiro passo



Pensei que estaria nervosa, mais estou bem calma, apreensiva lógico, pensando o que será que o médico vai achar dos resultados dos exames e seu diagóstico final, qual será o procedimento que ele indicar.
Em outras épocas estaria sem dormir direito, ainda mais estes dias que antecedem os dias das mães, os comentários, os comerciais emocionantes, mais ñ tô tranquila, sei que ainda me resta um certo caminho a percorrer até o tão ansioso e esperado POSITIVO, mais a certeza que ele virá, me tranquiliza.
Minha maior ansiedade, e qto mes que ele acha que podemos fazer o procedimento? Será que dará pra fazer em Julho? Será que ele indicará direto a FIV ou ICSI, ou meu mdo, ele indicar primeiro uma IA, e depois uma FIV, pois lendo no e-family, tenho percebido, que muitas vezes eles querem tentar primeiro uma IA, e depois caso ñ dê certo uma FIV, dai o tempo já aperta pra mim..... Mas Deus me acompanhará, e ele dará o melhor caminho a seguir
.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

FIV Passo-a-Passo II (detalhado)



Fecundação IN VITRO (FIV)

Indicações Femininas
Disfunção ovulatória moderada a severa; Obstrução tubar; Falhas de gravidez após ciclos de IIU.

Indicações Masculinas
Déficit ligeiro da qualidade do sêmen.

Indução do crescimento folicular (hiperestimulação controlada do ovário)
Indução do crescimento folicular com a administração subcutânea das hormonas antagonista/agonista hipotalâmico e rFSH.
O crescimento folicular é monitorizado por análises sanguíneas (estradiol) e ecografias, cujos resultados também permitem ajustar as doses dos medicamentos.
Geralmente demora 1-2 semanas. Há boa resposta quando vários folículos (3-8 por ovário) atingem 17 mm.

Riscos
Síndrome de hiperestimulação do ovário (<5%).>95%) não necessita de internamento hospitalar.

Indução da maturação ovocitária e da ovulação Administração da hormona hCG ou rLH (injeção única intramuscular) quando os folículos atingem 17 mm.
Sob a sua ação, ocorre a maturação genética dos ovócitos e o crescimento final dos folículos até 20-30 mm de diâmetro.

-Aspiração dos folículos ováricos (dia 0)
Por ecografia endovaginal, até 36h após a hCG. Efetua-se sob ligeira sedação endovenosa por anestesista. É uma técnica indolor que demora cerca de 5 minutos por ovário.

-Progesterona intravaginal (dia 0) A progesterona (comprimidos vaginais) prepara o endométrio para a implantação. Na altura da transferência embrionária, o endométrio deve ter uma espessura de 12-14 mm (mínimo de 8 mm) e um aspecto trilamelar na ecografia. Os comprimidos vaginais aplicam-se de 8/8h até à 12ª semana de gravidez. Deve ser interrompida se surgir menstruação ou se o doseamento hormonal da implantação for negativo.

-Colheita e preparação dos espermatozóides (dia 0) Como IIU. Se a colheita falhar, em vez de FIV efetua-se microinjecção (ICSI), com obtenção dos espermatozóides por MESA ou TESA.

-Técnica laboratorial da FIV (dia 0)
Numa placa de cultura, colocam-se os folículos e espermatozóides (fração swim-up) numa concentração de 50.000 por folículo ou por mL. A fecundação e o desenvolvimento embrionário ocorrem in vitro numa incubadora.

Taxas médias de maturidade ovocitária, de fertilização e de desenvolvimento embrionário
As taxas médias de maturidade ovocitária, de fertilização e de desenvolvimento embrionário pré-implantação são dependentes de fatores aleatórios de índole individual (qualidade dos ovócitos e dos espermatozóides) e de espécie (70-80% dos embriões humanos possuem anomalias genéticas) e não das técnicas de RMA.

• Maturidade ovocitária: 80% dos ovócitos aspirados.
• Fecundação (12-18 h pós-inseminação ou pós-microinjecção, de dia 1: embrião de 1 célula, estádio de pronúcleos ou zigoto): 70%.
• Embriões AB ao dia 2 (com 2-4 blastômeros): 60%.
• Embriões AB ao dia 3 (com 6-12 blastômeros): 50%.
• Embriões AB ao dia 4 (64 blastômeros: mórula): 40%.
• Embriões AB ao dia 5 (250 células: blastocisto): 30%.
• Embriões AB ao dia 6 (blastocisto eclodido): 25%


Qualidade embrionária Embriões de dia 2-4
• Excelente (grau A): embriões com blastômeros de diâmetro similar e 0% de fragmentos.
• Boa (grau B): embriões com <25%>50% de fragmentos. Não devem ser transferidos, porque possuem (100%) anomalias genéticas. Embriões de dia 5-6
• Excelente (grau A): massa celular interna atinge pelo menos 2/3 do raio com ausência de células degenerativas; presença de trofoblasto contínuo e fino sem células degenerativas; presença de zona pelúcida fina.
• Boa (grau B): massa celular interna 1/3-2/3 do raio com ausência de células degenerativas; presença de trofoblasto contínuo e fino sem células degenerativas; presença de zona pelúcida fina.
• Insuficiente (grau C): massa celular interna 1/3-2/3 do raio e/ou presença de algumas células degenerativas; trofoblasto mal diferenciado (descontínuo, ou espesso ou com algumas células degenerativas); zona pelúcida espessa.
•Má (grau D): massa celular interna <1/3 70x4="2,;" 60x5="3);" 3x6="1,.">

Embriões de dia 5-6
• Excelente (grau A): massa celular interna atinge pelo menos 2/3 do raio com ausência de células degenerativas; presença de trofoblasto contínuo e fino sem células degenerativas; presença de zona pelúcida fina.
• Boa (grau B): massa celular interna 1/3-2/3 do raio com ausência de células degenerativas; presença de trofoblasto contínuo e fino sem células degenerativas; presença de zona pelúcida fina.
• Insuficiente (grau C): massa celular interna 1/3-2/3 do raio e/ou presença de algumas células degenerativas; trofoblasto mal diferenciado (descontínuo, ou espesso ou com algumas células degenerativas); zona pelúcida espessa.
• Má (grau D): massa celular interna <1/3 70x4="2,;" 60x5="3);" 3x6="1,.">

terça-feira, 22 de abril de 2008

Peguei exames, e marquei minha 1ª consulta...



Peguei a maioria dos meus exames e graças a Deus deu td bem até o momento, só falta o Prolactina e Progesterona que fiz hoje, por causa do dia do ciclo, mas por Deus tbém dará td certo....
Adiantei o espermograma do Anderson p/ sexta agora dia 25/04, ás 9.30hs, tbém já esta feito o depósito, e sendo assim dará p/ eu passar no médico c/ todos os exames em mãos, pois o espermograma leva 10 dias p/ sair o resultado.
Hoje consegui marcar minha primeira consulta na Fundação ABC, que será dia 07/05 ás 15.40hs, o Anderson vai fazer a última linha pra mim, e vou com minha mãe. aproveitando que é folga dela....
Agora seja o que Deus quizer, o pontapé inicial foi dado.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Exames


Passei rapidinho p/ dizer que hoje fui fazer os exames que pediram na Fundação ABC,


  1. Tipagem sanguinea
  2. hemograma completo
  3. coagulograma
  4. glicemia em jejum
  5. t4 livre
  6. sorologia hepatite B e C
  7. toxoplasmose
  8. hiv
  9. rubéola
  10. cmu
  11. tsh
  12. vdrl
  13. htlu I e II
  14. fsh
  15. ch
  16. ca 125

e dia 22/04 volto p/ fazer :

17. prolactina e 18. progesterona

o Anderson fez os exames dele ontem,

  1. tipagem sanguinea
  2. hemograma completo
  3. hepatite B e C
  4. hiv
  5. glicemia em jejum
  6. htlv I e II
  7. vdrl

e dia 05/05 faz la na fundação:

8. espermograma c/ processo seminal

depois volto p/ falar dos resultados, que se Deus quizer seram todos excelentes, kisses kisses

sábado, 5 de abril de 2008

Coluna QUERO SER MÃE por Cláudia Collucci






Amigas, antes de qualquer coisas parem e pensem, leiam com atenção e tirem suas conclusões: Já pararam p/ pensar no depois? eu pensei que já sabia mais lendo esta matéria acho que preciso pensar melhor....




Leitora relata as angústias do pós-parto
Ana nos presenteia hoje com um emocionante relato que deve ser leitura obrigatória para todas as mulheres que desejam ser mães ou que já o são. Obrigada Ana por abrir o seu coração com a gente.
Cláudia, acho que a questão do pós-parto tem mesmo de ser discutida, pois tanto as mulheres que facilmente engravidaram, quanto as que tiveram dificuldade (no meu caso, uma videolaparoscopia para desobstruir as trompas e no mês seguinte a gravidez natural), têm pensamentos e fantasias maravilhosas sobre ser mãe. A maternidade talvez seja a melhor coisa que aconteceu na minha vida, mas teve sim um ônus e te afirmo com todas as letras NÃO FOI FÁCIL. O meu marido já tinha um filho de uma relação esporádica, então era pai, mas não sabia o que era realmente ser pai, afinal nunca morou junto com a mãe do filho dele.
Então, chegou a hora do nascimento da nossa filha, e com ele momentos transformadores e perturbadores... Eu não esperava passar por aquilo, como poderia ser se havia desejado tanto aquele bebê? E o pior de tudo, aquela falta de entendimento sobre o que estava acontecendo comigo, carregando uma tonelada de culpa por não estar feliz era reforçada diariamente pelo meu marido, que me culpava por ter uma filha tão linda e viver chorando.
O processo foi muito doloroso para ambos, pois ele depois de 8 dias (licença-paternidade), vida normal: trabalho, estudo (ele estava fazendo pós-graduação) e até um happy hour para desestressar. Eu, sozinha em casa (minha mãe já faleceu, a empregada não dormia), amamentando o dia todo, EXAUSTA e sem entender o porquê daquela tristeza imensa que me acompanhava todo o tempo.
A chegada de um filho corresponde à chegada de um novo e totalmente diferente estilo de vida _especialmente quando se trata do primogênito. O cotidiano muda radicalmente, no sentido mais literal dessa palavra. A gente se vê diante de um ser que precisa de você 100% do tempo, e que manifesta isso por meio de choro e gritos. Essa é a única comunicação que ele sabe fazer, e não é fácil se adequar a ela. Ver seu filho chorando e não saber o que significa pode ser algo muito angustiante. Além disso, toda a sua vida profissional, social, seu tempo para relaxar, suas manhãs preguiçosas do fim de semana _tudo isso lhe é arrancado bruscamente, de uma hora para outra.
A isso soma-se o delicado processo da amamentação, que é pura doação, um ato de amor. No começo, dói, machuca, assusta. Seu corpo está totalmente diferente _no meu caso, operado numa cesárea. Você fica com os órgãos soltos na barriga, e sangra por, pelo menos, 20 dias seguidos. Dorme pouco e de forma caótica. Isola-se do mundo durante o resguardo. Não bastasse tudo isso, depois de passar pela primeira semana heroicamente, de olhos fechados para todos esses incômodos e novidades, apaixonada pela filhota e seus encantos, vem a tal queda de hormônios. Todas as químicas internas que durante a gravidez estavam nas alturas, caem subitamente dias após o parto. Comigo, foi com uma semana. E veio o blues pós-parto, para não dizer, depressão.
Comecei a sentir desespero, agonia, medos intensos. Ouvir o choro da neném me causava frio na barriga. Nos primeiros dias dessa tristeza eu fingi que nada estava acontecendo, não conseguia admitir para mim mesma que não estava dando conta sozinha. Não queria precisar de ninguém... ficava pensando: "Como assim, como eu não vou dar conta de ser mãe e viver esse sonho que aguardei por tanto tempo?" Aí vem a culpa, a sensação de inadequação, a impressão de fracasso: "Que tipo de mãe sou eu?" Fiquei fritando minha alma com esses pensamentos e questionamentos até que desabei. É químico, físico, não dá para controlar essas sensações. Portanto, não há culpados, julgados e condenados.
Só que no meio dessa caos, além de ter um serzinho frágil, dependendo de mim para tudo, tive um inquisitor apontando o dedo para mim e dizendo que todo mundo tinha filho e não era esse desespero todo (fácil, quando se é apenas expectador). Esse meu desabafo não é para detonar o meu marido, que apesar de seus erros, virou muita madrugada com nossa filha, me levava para dar uma volta quando eu entrava em desespero (pode parecer se contentar com pouco, mas era uma higiene mental). É apenas um alerta para que as futuras mamães se informem de todas as mudanças que vêm com a maternidade, e os futuros papais também... Porque, pelo menos para mim, a situação só começou a melhorar quando eu e o meu marido resolvemos conversar e tentar recomeçar de uma outra perspectiva (nem preciso dizer que diante de tudo que relatei o casamento quase terminou).
Nessa conversa expus a minha fragilidade diante daquele mundo novo que se apresentava para mim e percebi que ele, apesar de já ser pai, não tinha a menor noção do papel do MARIDO nessa nova etapa. De propósito coloquei MARIDO em destaque, porque ele sabia toda técnica, dava banho, trocava fralda, colocava a neném para dormir... Mas nem desconfiava do que estava se passando comigo, e diante de uma criação machista onde o homem é o provedor e a mulher cuida do lar (apesar de os dois trabalharem e manterem a casa), ele não tinha parado para pensar que simplesmente eu não estava preparada para abrir mão de uma vida onde eu cuidava apenas de mim e somado a isso o turbilhão de emoções que a queda hormonal causa na mulher.
Então, com o passar do tempo a nossa filha foi nos ensinando talvez a melhor lição que podíamos aprender: DOAÇÃO. Eu deixava de ser a mulher independente, realizada na profissão e cheia de conquistas e passava a admitir a minha fragilidade e construir uma relação de aprendizado e afeição com a minha filha. Meu marido, aos poucos vem abandonando a capa de perfeição, com soluções prontas para todos os problemas, pois um bebê coloca à prova qualquer pseudo "sabe-tudo". Ele então entendeu que a tarefa de cuidar de um ser, passar valores, ter uma dose altíssima de paciência, disponibilidade e DOAÇÃO, é aprendida a cada dia e só a convivência, as doencinhas da primeira infância, as madrugadas insones, o cinema cancelado porque o bebê está vomitando ensinam isso ao casal.
Saldo do meu relato, o nascimento de um bebê gera uma mudança absurda na vida de um casal sem filhos, mas com diálogo, paciência e boa dose de tolerância de ambas as partes a relação se fortalece. A gente enxerga que para o conjunto funcionar temos que dar o melhor que podemos, isso significa também um cineminha a dois, uma conversa com os amigos, para que o tempo dedicado ao filho seja de intensa e profunda qualidade. E assim continuamos a nossa caminhada, errando, acertando; mas principalmente nos permitindo aprender.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Sorokba....





Foi um domingo super gostoso, a única coisa que estragou foi a saudade do meu nego que ñ quiz ir, pela primeira vez me trocou por uma bola, e isso é preocupante...


Hehehe...brincadeira, era batizado do JP, já tinha chamado o amor, pra ir junto e ele ñ quiz ir derrepente acabei indo só eu minha mãe e o Raimundo.. Foi muito gostoso teve um churrasquinho depois, só pra diretoria, a conversa do dia era minha FIV. só se falava dos bebês, que vinha três, 3 carrinhos, 3 berços, fraldas, choros, mamadeiras e rimos muito, são baby's muito esperados e queridos já por todos, por Deus vai dar certo com certeza.